quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Ubuntu 17.10 Artful Aardvark - Download

Nova versão do Ubuntu. O Ubuntu 17.10 Artful Aarvark







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Intel inicia testes com processador quântico e entra na briga com IBM e Google

Testes serão feitos pela TU Delft e Qutech, parceiras da empresa, que realizarão análises envolvendo as capacidades individuais dos qubits, bem como as correções de erros de código de superfície e outros algoritmos 


A Intel anunciou que liberou para testes o chip de computação quântica de 17 qubits (bit quântico), o que o torna o maior processador quântico produzido em laboratório, já que o chip apresentado pela IBM em maio passado tem 16 qubits. Os testes serão feitos por suas parceiras TU Delft e Qutech, que realizarão análises envolvendo as capacidades individuais dos qubits, bem como as correções de erros de código de superfície e outros algoritmos.
Até agora, a disputa na seara da computação quântica estava restrita à IBM e o Google, que, em abril, testou semicondutores de 6 qubits e 9 qubits, com o objetivo de atingir 49 qubits até o fim deste ano. O trabalho da IBM é baseado em pesquisas realizadas na Universidade de Yale pelo professor Robert Schoelkopf, enquanto o trabalho do Google é baseado na pesquisa feitas na Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, sob coordenação do professor John Martinis — na verdade, a pesquisa começou a ser apoiada e absorvido pelo Google em 2014.
Atualmente, pesquisadores da IBM, Intel, Google e outros empresas, como a Microsoft, estão em uma corrida desenfreada para construir um chip de 50 qubits, que seria o tamanho necessário para construir um supercomputador muito mais poderoso que qualquer outro existente até hoje. Nenhum desses pesquisadores sabe, porém, que tipos de problemas um supercomputador com capacidade de qubits poderia resolver.

Emaranhado quântico 
Atualmente, pesquisadores da IBM, Intel, Google e outros empresas, como a Microsoft, estão em uma corrida desenfreada para construir um chip de 50 qubits, que seria o tamanho necessário para construir um supercomputador muito mais poderoso do que qualquer outro existente até hoje. Nenhum desses pesquisadores sabe, porém, que tipos de problemas um supercomputador com capacidade de qubits poderia resolver.
Os computadores quânticos são muito diferentes dos computadores atuais, que são digitais. Um computador digital utiliza o sistema binário para realizar cálculos, com apenas dois algarismo: zero e um, enquanto um computador quântico usa combinações de zeros e uns para criar vários estados, que podem ser zero, um, ambos ao mesmo tempo ou algo intermediário: um zero e um estado que é difícil descrever ou determinar. Esses estados desordenados são chamados de "emaranhamento", e já existem várias fórmulas matemáticas bem conhecidas (também conhecidas como algoritmos), que podem usar esses estados para calcular coisas que os computadores tradicionais não são suficientemente poderosos ainda para fazer.
Mas, apesar dos progressos experimentais e teste, o diretor de hardware quântico da Intel, Jim Clarke, salientea que existem desafios inerentes à construção de sistemas quânticos viáveis e em larga escala, que produzam resultados precisos. “Fazer qubits [os blocos de construção da computação quântica] uniformes e estáveis é um desses obstáculos”, observa.
Segundo ele, os qubits também são tremendamente frágeis. Qualquer ruído ou distração não intencional pode fazer com que eles percam dados. "Eles dependem de metais supercondutores que devem ser mantidos incrivelmente frios, devendo operar a uma temperatura como ‘20 milikelvin’ ou 250 vezes mais frio do que o espaço profundo", diz Clarke, em um post em um blog da Intel.

PROJETOS QUE JA UTILIZAM IOTA

Afinal de contas, se a IOTA é uma tecnologia tão incrível como tem sido divulgado, quais são as parcerias e projetos que ela vem desenvolvendo? ou tudo não passa de especulação de mercado? Certamente, todos aqueles que são entusiastas da IOTA, em algum momento, tiveram que se deparar com estas perguntas dos ‘senhores da verdade da Blockchain’, aqueles que não acreditam que uma tecnologia pode superar, com tanta facilidade, todos os problemas que a Blockchain enfrenta.
Embora, sempre divulgamos aqui as novas parcerias e conecções que a IOTA vem fazendo, resolvemos, com a ajuda do perfil IOTA_Updates, fazer um breve ‘apanhado’ das principais parcerias que a IOTA vem desenvolvendo. Parcerias que vão alem de uma aliança, como no caso da Ethereum. No caso da IOTA são pesquisas e realizações já buscando aplicabilidade no mundo ‘real’, tornado processos outrora, podemos dizer, offline, em processos online e descentralizados com a tecnologia Tangle. Confira:
. Parceria com a Decentralized Identy Foundation, com Microsoft e outra empresas.
. Integração da rede Tangle dentro do Microsoft Azurre
. Parceria com a Trusted IoT Alliance, com Cisco, Bosch e outras empreas.
. Parceria com a Innogy Digital Twin, em projetos de carregamentos eletricos (baterias)
. Parceria com a Volkswagen em projetos junto com a Innogy, bem como outros projetos que ainda não são públicos.
. Parceria com a Enexis em medidores inteligentes e redes eletricas
. World Identity Network, com a ONU, empresario Richard Branson e outros
. Parceria com a Refunite na construção de um banco de dados descentralizado de refugiados.
. Parceria com a SatoshiPay para nanopagamentos
. Parceria com a BitDice Cassino para infraestrutura e pagamentos
. Parceria com a Modum
. Aplicações de eVoting com a Universidade de Lancaster e Estonia´s Cybernetica
. Aplicações de eHealth com a Oslo Medtech, Oslo Cancer Cluster, NTNU Center for Cyber and Information Security, The Norwegian Centre for E-Health Research, and Alpha Venturi.
Outras parcerias e projetos já estão em andamento na IOTA, listamos aqui aqueles que acreditamos serem os principais, no entanto, outros projetos como o JINN e demais protocolos de infraestrutura na propria rede não estão listados mas ja estão em desenvolvimento e previstos dento do Roadmap da IOTA.

Fonte: http://iotafeed.com/portugues/index.php/2017/09/19/bosch-onu-e-microsoft-confira-projetos-que-ja-utilizam-iota/

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA SÃO RESPONSÁVEIS PELO PREÇO DA INTERNET NO BRASIL


InternetSul acusa concessionárias elétricas de cobrar dos pequenos provedores preços dez vezes maiores do que os praticados para as grandes operadoras no aluguel de postes.

As concessionárias de energia são as grandes responsáveis pelo preço caro da internet no Brasil. A afirmação é do presidente da InternetSul, Luciano Franz, e parte de uma avaliação do valor cobrado aos provedores de cesso à internet pelo aluguel de postes para passagem de cabos e equipamentos de infraestrutura de provimento de acesso a dados.
“Hoje, o melhor negócio do Brasil é comprar poste para alugar para provedores de internet e empresas de telecomunicações”, diz Franz. “A cada ano, se consideradas somente cinco posições alugadas, o valor somado permite comprar um poste novo”, completa.
Segundo a InternetSul, o atendimento praticado pelas concessionárias aos ISPs é de discriminação, uma vez que cobram dos pequenos provedores valores até dez vezes maiores do que os cobrdos das grandes operadoras.
“Isto é tratamento discriminatório e torna impraticável o trabalho do pequeno provedor, especialmente em áreas rurais ou pequenas localidades. Para compensar o preço cobrado pelo aluguel do poste, o ISP tem de repassar o custo ao cliente, o que torna a internet cara”, explica o dirigente.
Franz explica que, para prover acesso ao meio rural, muitas vezes é necessário alugar diversos postes, percorrendo o trajeto até as residências. Assim, se é necessário alugar dez postes até a casa do cliente, cada um ao custo médio de R$ 14,00, o ISP gasta em torno de R$ 140,00 para prover acesso a um único cliente.
“Para cobrir o custo com postes e impostos, e ainda ter lucro, ele deveria cobrar do cliente R$ 200, R$ 300 ou até R$ 400, dependendo do plano contratado e da quantidade de postes. Preços extremamente elevados, que inviabilizam o atendimento para o cliente e para o provedor, e que não precisariam ser tão altos se a cobrança por parte das concessionárias de energia fosse mais justa”, destaca o presidente.
Franz aponta, ainda, outra prática discriminatória de algumas das companhias de energia em relação aos pequenos provedores: a proibição da passagem pelos postes de cabos híbridos (fibra óptica + rede de dados), que são fabricados especificamente para uso outdoor e homologados pela Anatel.
Entretanto, as mesmas empresas permitem, nesses mesmos postes, o uso de pesados cabos telefônicos antigos, como os utilizados pelas operadoras de telecom do país em sua rede de par metálico – telefonia, o ADSL e o VDSL por exemplo.
“A concessionária não permite o uso de um cabo leve, perfeitamente adequado à rede elétrica e autorizado pelo órgão regulador nacional para que o ISP multiplique suas portas, mas aceita que as teles utilizem um cabo telefônico pesadíssimo e antigo. Isso é um absurdo, é uma discriminação completa”, sentencia Franz.
O cenário é agravado pela interferência das concessionárias de energia na escolha da tecnologia utilizada para provimento de dados. “Nenhuma empresa de energia dá ao provedor liberdade para escolher: temos que usar o que a companhia determina e não o que é melhor para o consumidor. E a tecnologia imposta muitas vezes não é adequada para determinada cidade ou determinada faixa de poder aquisitivo, o que encarece, dificulta e até inviabiliza o provimento de acesso à internet”, ressalta Franz.
A InternetSul defende liberdade na escolha da tecnologia melhor para o consumidor e que seja praticada a justiça no valor do poste determinado pela resolução número 04, de dezembro de 2014, que, em seu artigo primeiro, fixa o valor do poste em R$ 3,19 com os devidos reajustes inflacionários – “Art. 1º Estabelecer o valor de R$ 3,19 (três reais e dezenove centavos) como preço de referência do Ponto de Fixação para o compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia elétrica e prestadoras de serviços de telecomunicações, a ser utilizado nos processos de resolução de conflitos, referenciado à data de publicação desta Resolução”. (Via PontoISP)

E se você pudesse ter Bitcoin sem os problemas de um Blockchain? IOTA pode ser a solução.

[Ed note: Investir em criptocoínas ou tokens é altamente especulativo e o mercado é largamente não regulamentado. Qualquer um que considere que deve estar preparado para perder todo o investimento.]
Eu entrei no campo de cryptocurrency em 2013 e assisti o preço do Bitcoin subir de um mínimo de US $ 100 para mais de $ 1000 . Houve uma pressa para investir em empresas Bitcoin, então, em 2014, o preço caiu para US $ 250. Os investidores que se interessaram pela tecnologia começaram a pensar: "OK, Bitcoin está morto, mas o conceito de bloqueio é um avanço. Como tiramos essa moeda e mantemos a cadeia de blocos? ".
Três anos de investimento mais tarde, o mundo ainda não tem nenhuma grande aplicação ao vivo de uma cadeia de blocos privada . Mas e se essa fosse a pergunta errada? E se a questão real fosse "como tiramos o bloco da Bitcoin"? E se pudéssemos ter cryptocurrency, transferência de dados segura / transparente e organizações autônomas descentralizadas sem uma cadeia de blocos? Isto é o que a equipe por trás da IOTA, uma criptografia com um limite de mercado de mais de US $ 1,2 bilhão no momento da redação, estabelecida para determinar.
IOTA

Iota Logo

Por que o bloqueio seria visto como um problema? Tudo se resume a escalabilidade e há três problemas de botão quente: o pequeno número máximo de transações por segundo, juntamente com o custo de armazenar uma cadeia de blocos inteira e a computação criptográfica com energia que precisa ser necessária para mantê-la.
O Bitcoin , o bloco de blocos original, é um sistema que permite que as pessoas troquem criptoquinas de uma maneira igual a igual. Não existe a Reserva Federal emitindo o Bitcoin, não há FDIC que assegure sistemas de carteira on-line, por sua própria natureza, os sistemas de pares para pares não possuem autoridade central.
A diferença fundamental entre Bitcoin e qualquer outro artefato digital é o fato de que a cadeia de blocos significa que apenas uma pessoa pode ter posse por vez. Se eu usar meu celular para tirar uma foto de um cachorrinho fofo que encontro no parque, posso enviar uma cópia dessa foto, e então o mundo está um pouco mais brilhante para nós dois. Se eu lhe enviar algum Bitcoin, ele desaparece da minha carteira e aparece no seu. Não há falsificadores no universo de Bitcoin, o que é outra maneira de dizer que não existe um "problema de dupla despesa". Há uma estrutura de taxas para transações, é linear e transparente, mas isso não faz sentido para dispositivos IoT por muitas razões.
https://iotasupport.com/foundation.shtml

Equipe Iota
David Sønstebø Cofounder of NXT, a primeira prova de Stake blockchain e um dos Cofounders da IOTA, descreveram alguns problemas com a infra-estrutura blockchain.
Em 2014, Serguei Popov e eu começamos a explorar a internet das coisas e a convergência entre a Internet das Coisas (IOT) e os Ledgers Distribuídos. A Internet das Coisas será composta por bilhões de sensores e atuadores que se comunicam entre si, além de comprar coisas como dados e energia. A cadeia de blocos não escala para este caso de uso, nem está construída para fazê-lo. Você precisa criar canais ad hoc de segunda camada, o que será bom para implementações locais, mas não para ecossistemas com bilhões de transações por dia.

O problema de escalabilidade do bloqueio gira em torno de como o sistema permite transações entre pares sem gastos duplos. É um sistema complexo que exige um grande número de minerários descentralizados e nós para verificar as transações. Para manter a descentralização do nó, o número de transações diretamente em um bloco de transações, extraído a cada 10 minutos, deve ser limitado. Através da descentralização de nós, mineiros ou ambos, nenhum verificador único tem poder monopolista, o que é bom. No entanto, vem ao custo de ter um número limitado de transações por segundo ou de depender de protocolos de segunda camada ou serviços a escala.  
Fonte:https://www.forbes.com/sites/jonathanchester/2017/10/16/what-if-you-could-have-bitcoin-without-the-problems-of-a-blockchain-iota-may-be-the-solution/#66c445cf639f